Leonardo Baptista - CEO & Co-Founder na Pay4Fun

Leonardo Baptista - CEO & Co-Founder na Pay4Fun

Leonardo Baptista – CEO & Co-Founder, Pay4Fun

Antes de fundar a Pay4Fun em 2017, Baptista desenvolveu uma trajetória ampla que combina experiência com operadores, provedores e consultoria na indústria de jogos. Foi COO da Patagonia Entertainment e da Vision Media N.V., onde liderou operações, processos de compliance e desenvolvimento tecnológico em diversos mercados internacionais. Paralelamente, dirigiu a E-LACE Media Services, empresa focada em marketing digital e serviços para apostas online, consolidando sua experiência em aquisição, retenção e monetização em ambientes altamente competitivos.

Seu perfil técnico também é sólido: iniciou sua carreira em cibersegurança como IT Security Manager na C&M Software, liderando equipes de penetration testing, e depois como administrador de redes na Novadata, o que lhe proporcionou uma base diferenciada em infraestrutura, segurança e gestão de projetos tecnológicos.

Hoje, à frente da Pay4Fun, Leonardo é reconhecido por combinar sua expertise em tecnologia com uma visão de negócios orientada ao usuário e ao operador, impulsionando soluções de pagamento que priorizam segurança, agilidade e confiabilidade em um setor onde a confiança é essencial. Além disso, seu estilo de liderança o transformou em uma voz ativa em painéis e fóruns internacionais sobre pagamentos, regulação e o futuro do iGaming na América Latina.

Conversamos com Leonardo Baptista para conhecer mais sobre sua trajetória, sua atualidade e seu lado mais humano em Mais que um Jogo!

Trajetória Profissional

O que você sonhava ser quando criança antes de entrar nessa indústria?

DJ e piloto de Fórmula 1.

Qual foi seu primeiro trabalho remunerado?

DJ. Quando tinha 11 anos, comecei a tocar em festas de aniversário e eventos em prédios e casas de amigos. Depois toquei como DJ durante alguns anos na noite paulistana.

E seu primeiro trabalho no mundo das apostas/jogos de azar?

Em 2004, com a criação do Cara ou Coroa, um dos primeiros bingos online do Brasil.

Fui convidado para o projeto pelo meu conhecimento em tecnologia — e nunca mais saí da indústria.

O que você mais gosta nessa indústria?

Aprender todos os dias. O quanto ela é dinâmica.

E, claro, os eventos e os amigos ao redor do mundo.

Quais tendências atuais vão marcar o futuro das apostas nos próximos 5 anos?

Com certeza, a Realidade Virtual (VR) e a Inteligência Artificial (IA) para a Experiência do Usuário (UX) e, na área de pagamentos, os pagamentos com criptomoedas no mercado regulado brasileiro.

Como você vê a relação entre jogo responsável e crescimento sustentável do mercado?

Educação, educação e educação. Quanto menos falamos sobre o tema — ou quando proibimos algum tipo de aposta ou mercado — empurramos o usuário para o mercado ilegal, que não tem qualquer tipo de controle ou suporte em relação ao jogo responsável.

Educar o apostador, o governo, a imprensa (marketing) e as empresas do setor é fundamental para termos um mercado regulado saudável e não abrirmos espaço para os ilegais.

O que mais te preocupa em relação à ludopatia?

O mercado ilegal.

Sem o controle do mercado ilegal e sem a educação correta (promessas de lucro, dizer que apostar é investimento, etc.), o jogador compulsivo realmente fica sem nenhum tipo de apoio.

Quais habilidades você considera indispensáveis para um líder nessa indústria?

Resiliência. Empatia. Paciência. Habilidades sociais (comunicação!).

Qual foi a decisão mais difícil que você tomou na sua carreira e o que aprendeu com ela?

Dizer não a dois grandes clientes no início da operação da Pay4Fun.

Nenhum dinheiro no mundo compensa a ética (ou a falta dela).

E o que é seu, o que te pertence, mais cedo ou mais tarde vai chegar e acontecer. Continue trabalhando bem e pelos motivos certos. O sucesso é consequência.

Qual foi o melhor conselho profissional que você já recebeu?

Melhor um mau acordo do que acordo nenhum...

Nunca responda um e-mail de cabeça quente...

Feito é melhor do que perfeito...

Se você tivesse que resumir sua filosofia de liderança em uma frase, qual seria?

Faça acontecer! Não importa como, faça acontecer.

Não quero desculpas, quero resultados. E minha porta estará sempre aberta, 24x7, para te ajudar a fazer acontecer.

Se você não tivesse trabalhado nessa indústria, que outra profissão teria escolhido?

Trabalhar na área de Segurança da Informação / Penetration Tests (Ethical Hacker) — que era exatamente o que eu fazia antes de entrar na indústria, em junho de 2004.

Pingue-Pongue de Perguntas

Um livro que você recomendaria?

Profissional: Fome de Poder (Grinding It Out: The Making of McDonald's) – Ray Kroc

Pessoal: O Poderoso Chefão – Mario Puzo

Um filme que te marcou?

Profissional: Air (Nike) & House (série de TV)

Pessoal: (de novo...) O Poderoso Chefão

Uma comida preferida?

Churrasco e culinária italiana.

Um lugar no mundo para viver?

São Paulo e Las Vegas.

Um sonho pendente?

Assistir a um Super Bowl no melhor lugar do estádio. 😀

Um hobby ou paixão fora do trabalho?

Corridas de carro e videogames.

Café ou chá?

Café! 500% CAFÉ. Uns 30 cafés por dia! hahahahahaha

Trabalho remoto ou escritório?

Presencial. Sempre. Já deveríamos ter voltado 100%.

Cassino ou apostas esportivas?

Cassino. Blackjack e Pôquer.

Messi ou Cristiano?

CR7.

Doce ou salgado?

Salgado.

Netflix ou Disney+?

Netflix… por pouco.

Acordar cedo ou virar a noite?

Virar a noite (sou um ser noturno!).

Praia ou montanha?

Montanha.

Livro físico ou e-book?

Físico.

Dados ou intuição?

Impossível escolher um só. Mas mais intuição.

Frio ou calor?

Frio!

Roupa formal ou informal?

50/50. Casual.

Janela ou corredor?

Corredor.

Vinho ou cerveja?

Vinho (e uísque).

Se faz ou se nasce?

Difícil demais... mas acredito que é possível se fazer.

O Legado

Como você gostaria de ser lembrado?

Como alguém que defendeu e lutou pela regulação do mercado brasileiro.

Como um amigo leal. E que, ao ouvirem meu nome, apareça um sorriso no rosto.

Que pergunta nunca te fizeram em uma entrevista e você gostaria de responder?

Se você morresse hoje, qual seria o saldo da sua vida?

Fabricio Murakami

(meu sócio na Pay4Fun)

Natalia Nogues

(CEO da ControlF5)